Desigualdade de gênero no turismo

a mulher no ambiente profissional no Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.7784/rbtur.v16.2494

Palavras-chave:

gênero, discriminação, Desigualdade salarial entre gêneros, Teto de vidro, Mercado de trabalho, Brasil

Resumo

A desigualdade de gênero é um problema central da sociedade. Apesar da importância do tema, existe pouca informação sobre a condição da mulher no turismo brasileiro. Buscando preencher essa lacuna, este artigo objetiva caracterizar a participação profissional da mulher no turismo no Brasil. Para tanto, é analisada a proporção de mulheres em diferentes âmbitos da vida profissional no turismo, incluindo formação, academia, emprego em diferentes atividades e profissões, empreendedorismo e posições de poder. Analisa-se também o salário das trabalhadoras mulheres em comparação aos homens. Essa comparação foi feita para diversos cortes, incluindo atividade econômica, região do país, faixa etária e cor ou raça. As estatísticas são produzidas por meio do tratamento e consolidação de oito bases de microdados secundários de grande porte, além de outras fontes de dados pontuais. As estatísticas elaboradas e apresentadas descrevem o cenário da desigualdade de gênero no turismo brasileiro com graus de detalhe, abrangência e representatividade sem precedentes. Os resultados mostram que as mulheres são maioria no turismo. A proporção de mulheres é maior nas atividades e posições tradicionalmente associadas ao feminino e ao ambiente doméstico, como hospedagem e serviços de alimentação. Contudo, as mulheres são sub representadas em posições de maior poder e rendimento.

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Biografia do Autor

Sarah Minasi, Universidade Federal do Rio Grande (FURG) / Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, PR, Brasil.

Doutora em Turismo e Hotelaria na Universidade do Vale do Itajaí (2020). Professora substituta do Instituto de Ciências Humanas e Informação (ICHI) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Pesquisadora no Instituto de Geografia Urbana, Estudos Turísticos e Geoinformação na Universidade de Lodz (Polônia). Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Turismo na Universidade Federal do Paraná (UFPR). É membro da Academia Internacional para o Desenvolvimento da Pesquisa em Turismo no Brasil (ABRATUR). É integrante como pesquisadora dos Grupos de Pesquisa CORE - Centro de Observação e Estudos Regionais (UFPR), GETES - Grupo de Estudos em Turismo do Extremo Sul (FURG) e vice-líder do TerroirTUR (UFPR). Suas áreas de pesquisa são: desenvolvimento regional, planejamento territorial do turismo, big data e geotecnologias no turismo e hospitalidade. Contribuições: Concepção da pesquisa, Revisão da literatura, Análise de dados, Discussão

Verônica Mayer, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niteroi, RJ, Brasil.

Doutora em Administração pelo Instituto COPPEAD de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com extensão nos EUA, e pós-doutorado em turismo na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo. É professora associada da Faculdade de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal Fluminense, vice coordenadora do PPGTUR/UFF, e pesquisadora líder do LABCONS - Laboratório de Estudos Comportamentais em Turismo. Suas áreas de pesquisa são: comportamento do consumidor e marketing; economia comportamental; tecnologias no turismo e bem-estar.
Contribuições: Concepção da pesquisa, Revisão da literatura, Discussão.

Glauber Eduardo de Oliveira Santos, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil.

Professor do Programa de Pós-Graduação em Turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP). Doutor em Economia do Turismo e do Meio Ambiente pela Universitat de les Illes Balears (Espanha) e doutor em Administração pela USP. Editor Chefe da Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo (RBTUR). Pesquisa turismo em perspectivas associadas a economia, comportamento do consumidor, métodos quantitativos e produção do conhecimento. Contribuições: Concepção da pesquisa, Análise de dados, Discussão.

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Publicado

2022-02-18

Edição

Seção

Artigos - Gestão do Turismo