As contribuições da visitação em parques para a saúde e bem-estar

Autores

DOI:

https://doi.org/10.7784/rbtur.v16.2546

Palavras-chave:

parques urbanos, parques naturais, visitação, turismo, saúde, bem-estar

Resumo

Com a retomada do setor de turismo num cenário pós pandêmico, será possível observar a preferência por destinos menos massificados e que valorizem pressupostos de sustentabilidade, com enfoque em aspectos naturais e culturais e na promoção da saúde e bem-estar. Os parques adquirem centralidade nesse contexto em virtude da vocação para o ecoturismo e dos potenciais benefícios associados à visitação. Nesse sentido, o presente trabalho busca reconhecer o “estado da arte” das pesquisas voltadas à apreensão e mensuração dos benefícios da visitação em parques urbanos e não urbanos para a saúde e bem-estar, de forma a revelar enfoques prioritários de investigação, lacunas e avanços existentes. A pesquisa envolveu um estudo bibliométrico em bases como Scopus e Periódicos Capes. Ao todo, 55 trabalhos foram identificados por tratar especificamente das contribuições da visitação a parques urbanos e não urbanos para a saúde e o bem-estar. Os resultados indicam a forte vinculação dos parques com a saúde e bem-estar, sobretudo em relação a aspectos físicos, prevenção de doenças, restauração por meio do contato com a natureza e momentos de sociabilidade. Já as dimensões que versam sobre o bem-estar espiritual, cultural, econômico e intelectual/laboral não compõem o escopo da maior parte dos estudos em termos de motivações da visita e benefícios percebidos.

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Biografia do Autor

Altair Sancho-Pivoto, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Juiz de Fora, MG, Brasil.

Professor e Pesquisador do Departamento de Turismo e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Coordenador do Centro de Investigação em Turismo, Território e Desenvolvimento Socioambiental - CITURDES/UFJF. Doutor em Geografia (2016) pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais, Mestre em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social pelo Programa EICOS/UFRJ (2007) e Graduação em Turismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2004). Tem experiência nas áreas de turismo, planejamento e ordenamento territorial, com ênfase nas interfaces com políticas públicas de turismo, projetos de desenvolvimento comunitário e áreas protegidas. Contribuições: Concepção da pesquisa, Revisão da literatura, Análise de dados, Discussão dos Resultados.

Sidnei Raimundo, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, Brasil.

Professor Associado da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP). Doutor em Geografia (na área de análise ambiental e dinâmica territorial) pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), mestre em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (USP), bacharel e licenciado em Geografia também pela USP. Realizou estágio de pós-doutoramento em Geografia do Turismo na Universidade de Girona, Espanha. Trabalhou no Instituto Florestal do Estado de São Paulo, com manejo (gerenciamento) de parques, estações ecológicas e outras áreas protegidas. É professor da EACH-USP, onde também orienta nos programas de pós-graduação em "Mudança Social e Participação Política" e em "Turismo". É coordenador do curso de Lazer e Turismo da EACH-USP, gestão 2020-2021 e reconduzido ao cargo na gestão 2022-2024. É líder do grupo de pesquisa "Dinâmicas Socioambientais e Políticas Territoriais" e Coordenador na EACH-USP da Cátedra-Rede Unitwin da UNESCO sobre "Cultura, Turismo e Desenvolvimento". Sua linha de pesquisa está associada aos impactos espaciais e socioambientais do lazer e turismo, geografia do turismo, manejo de áreas protegidas, ecoturismo e lazer na natureza. Contribuições: Revisão da literatura, Análise de dados, Discussão dos Resultados.

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Publicado

2022-04-25

Edição

Seção

Artigos - Turismo e Sociedade