A identidade do turista e o consumo colaborativo

uma análise a partir do discurso percebido pelos consumidores da plataforma Airbnb

Palavras-chave: Identidade, Consumo Colaborativo, Turismo, Discurso anti-turista.

Resumo

Por meio de plataformas digitais, o consumo colaborativo possibilita o acesso a diversos produtos e serviços, assumindo papel essencial na construção de identidades. Ao ampliar a participação dos indivíduos nas escolhas de suas viagens e permitir o contato direto entre os usuários, essa forma de consumo tem conseguido adesão de pessoas em busca de alternativas no mercado turístico, e dado espaço para o discurso anti-turista, direcionado para consumidores que procuram se distanciar do turismo tradicional, geralmente de massa. Compreendendo que os consumidores atuam na propagação de discursos e imagens sobre um serviço ou destino, bem como na construção de sua identidade de consumo, buscou-se entender como os usuários do Airbnb interpretam as mensagens apresentadas pela plataforma e as relacionam com a sua identidade de turista (tradicional) ou viajante (anti-turista). Os resultados deste estudo, de natureza qualitativa, obtidos a partir da análise dos dados gerados por entrevistas semiestruturadas, indicam que os respondentes se indetificam mais com a proposta dos serviços oferecidos pela plataforma do que com a ideia do ser turista ou viajante. Com interesses semelhantes, os usuários revelam possuir características de consumo comuns aos dois perfis de consumidores, variando conforme o tipo de viagem que cada um realiza.

Biografia do Autor

Luana Alexandre Silva, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife, PE, Brasil.

Doutoranda em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração/PROPAD da Universidade Federal de Pernambuco, Brasil. Mestre em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração/PROPAD da Universidade Federal de Pernambuco, Brasil. Bacharel em Turismo pela Universidade Federal de Pernambuco.

Maria de Lourdes de Azevedo Barbosa, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Pernambuco, Recife, Brasil.

Doutorado e Mestrado em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração/PROPAD da Universidade Federal de Pernambuco. Especialização em Administração Hoteleira pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Graduação em Turismo pela Universidade Federal do Pará/UFPA, Brasil. Professora Associado II, do Departamento de Hotelaria e Turismo e do Programa de Pós-Graduação em Hotelaria e Turismo da Universidade Federal de Pernambuco, Brasil.

Miriam Leite Farias, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Pernambuco, Recife, Brasil.

Doutoranda em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração/PROPAD da Universidade Federal de Pernambuco. Mestre em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração/PROPAD da Universidade Federal de Pernambuco. Graduação em Administração pela Universidade Federal da Paraíba, Brasil.

Referências

Allis, T. (2014). Viajantes, visitantes, turistas... Em busca de conceitos em um mundo urbano. Caderno Virtual de Turismo, 14(1), p. 23-38.

Baudrillard, J. (2019). For a Critique of the Political Economy of the Sign. Verso Books.

Bardhi, F., & Eckhardt, G. M. (2012). Access-based consumption: The case of car sharing. Journal of consumer research, 39(4), p. 881-898. https://doi.org/10.1086/666376 DOI: https://doi.org/10.1086/666376

Bardhi, F., & Eckhardt, G. M. (2015). The sharing economy isn’t about sharing at all. Harvard business review, 28(1), 2015.

Bauman, Z. (2001). Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Zahar.

Bauman, Z. (1996). From pilgrim to tourist–or a short history of identity. Questions of cultural identity, Sage Publications, 18-36. http://dx.doi.org/10.4135/9781446221907.n2 DOI: https://doi.org/10.4135/9781446221907.n2

Belk, R. (2014). You are what you can access: Sharing and collaborative consumption online. Journal of business research, 67(8), p. 1595-1600. https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2013.10.001 DOI: https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2013.10.001

Belk, R. (2013). Extended self in a digital world. Journal of consumer research, 40(3), p. 477-500. https://doi.org/10.1086/671052 DOI: https://doi.org/10.1086/671052

Belk, R. (2010). Sharing. Journal of consumer research, 36(5), p. 715-734. https://doi.org/10.1086/612649 DOI: https://doi.org/10.1086/612649

Belk, R. (1988). Possessions and the extended self. Journal of consumer research, 15(2), p. 139-168. https://doi.org/10.1086/209154 DOI: https://doi.org/10.1086/209154

Bezerra, B. B., & Covaleski, R. (2013). Estratégias de Comunicação na Cultura Digital: publicidade e entretenimento aliados. Revista GEMInIS, 4(2), p. 120-133.

Boorstin, D. (1964). The Image: a guide to pseudo-events. America 1961.

Botsman, R., & Rogers, R. (2011). O que é meu é seu: como o consumo colaborativo vai mudar o nosso mundo. Bookman Editora.

Chaves, H. (2016). Operacionalização da Análise de Discurso na Investigação Social: um exemplo de percurso metodológico. CIAIQ2016, 3.

Cohen, E. (1988). Authenticity and commoditization in tourism. Annals of tourism research, 15(3), p. 371-386. https://doi.org/10.1016/0160-7383(88)90028-X DOI: https://doi.org/10.1016/0160-7383(88)90028-X

Cohen, E. (1972). Toward a sociology of international tourism. Social research, p. 164-182.

Cohen, S. (2010a). Re-conceptualising lifestyle travellers: contemporary 'drifters'. In: Hannam, K.; Diekmann, A. (Eds.). Beyond Backpacker Tourism: Mobilities and Experiences. Channel View Publications, Cleve-don, pp. 64-84. DOI: https://doi.org/10.21832/9781845411329-008

Cohen, S. (2010b). Searching for escape, authenticity and identity: Experiences of lifestyle travellers. In: Morgan, M.; Lugosi, P.; Ritchie, J. R. B. (Eds.). The Tourism and Leisure Experience: Consumer and Mana-gerial Perspectives. Bristol: Channel View Publications, p. 27-42. https://doi.org/10.21832/9781845411503-005 DOI: https://doi.org/10.21832/9781845411503-005

Cohen, S. (2010c). Personal identity (de)formation among lifestyle travellers: A double-edged sword? Leisure Studies, v. 29, p. 289-301. https://doi.org/10.1080/02614360903434100 DOI: https://doi.org/10.1080/02614360903434100

Creswell, J. W. (2014). Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa-: Escolhendo entre Cinco Abordagens. Penso Editora.

Creswell, J. W. (2010). Projeto de pesquisa métodos qualitativo, quantitativo e misto.

Dann, G. (1999). Writing out the tourist in space and time. Annals of Tourism Research, 26(1), p. 159-187. https://doi.org/10.1016/S0160-7383(98)00076-0 DOI: https://doi.org/10.1016/S0160-7383(98)00076-0

Davidson, K. (2005). Alternative India: transgressive spaces. Discourse, communication and tourism, p. 28-52. DOI: https://doi.org/10.21832/9781845410216-005

Desforges, L. (2000). Traveling the world: Identity and travel biography. Annals of tourism research, 27(4), p. 926-945. https://doi.org/10.1016/S0160-7383(99)00125-5 DOI: https://doi.org/10.1016/S0160-7383(99)00125-5

Dredge, D., & Gyimóthy, S. (2015). The collaborative economy and tourism: Critical perspectives, questionable claims and silenced voices. Tourism recreation research, 40(3), p. 286-302. https://doi.org/10.1080/02508281.2015.1086076 DOI: https://doi.org/10.1080/02508281.2015.1086076

Dobscha, S., & Ozanne, J. L. (2001). An ecofeminist analysis of environmentally sensitive women using qualitative methodology: The emancipatory potential of an ecological life. Journal of Public Policy & Market-ing, 20(2), p. 201-214. https://doi.org/10.1509/jppm.20.2.201

Eatwithalocal. (2017). Recuperado em fev. 26, 2017 de http://www.eatwithalocal.socialgo.com/

Fairclough, N. (2003). Analysing discourse: Textual analysis for social research. Psychology Press. DOI: https://doi.org/10.4324/9780203697078

Farias, M. L., Silva, L. A., & de Azevedo Barbosa, M. D. L. (2019). Motivos del no uso de los servicios de hospedaje compartido ofrecidos por las plataformas Peer to Peer. Estudios y perspectivas en turismo, 28(4), p. 1104-1121.

Flick, U. (2013). Uma introdução à pesquisa qualitativa—um guia para iniciantes. Porto Alegre: Penso.

Fırat, A. F., & Dholakia, N. (2006). Theoretical and philosophical implications of postmodern debates: some challenges to modern marketing. Marketing theory, 6(2), p. 123-162. https://doi.org/10.1177/1470593106063981 DOI: https://doi.org/10.1177/1470593106063981

Firat, A. F., & Venkatesh, A. (1995). Liberatory postmodernism and the reenchantment of consumption. Journal of consumer research, 22(3), p. 239-267. https://doi.org/10.1086/209448 DOI: https://doi.org/10.1086/209448

Forno, F., & Garibaldi, R. (2015). Sharing economy in travel and tourism: The case of home-swapping in Italy. Journal of Quality Assurance in Hospitality & Tourism, 16(2), p. 202-220. https://doi.org/10.1080/1528008X.2015.1013409 DOI: https://doi.org/10.1080/1528008X.2015.1013409

Fussell, P. (1982). Abroad: British literary traveling between the wars. Oxford University Press.

Gabriel, Y., & Lang, T. (2015). The unmanageable consumer. Contemporary Consumption and its Fragmentation. London: Sage. DOI: https://doi.org/10.4135/9781473922044

Galani-Moutafi, V. (2000). The self and the other: Traveler, ethnographer, tourist. Annals of tourism Research, 27(1), p. 203-224. https://doi.org/10.1016/S0160-7383(99)00066-3 DOI: https://doi.org/10.1016/S0160-7383(99)00066-3

Gansky, L. (2010). The mesh: Why the future of business is sharing. Penguin.

Gill, R. (2003). Análise de discurso. IN: Bauer, M. W; Gaskell, G. Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som. Um manual prático. 2 ed. Editora Vozes, cap. 10, pp. 244-270.

Godoy, A. S. (2005). Refletindo sobre critérios de qualidade da pesquisa qualitativa. Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, 3(2).

Gouveia, T. M. et al. (2016). A análise de discurso na pesquisa acadêmica em estratégia. Revista Ibero Americana de Estratégia, 15(3), p. 6-19. https://doi.org/10.5585/riae.v15i3.2329 DOI: https://doi.org/10.5585/riae.v15i3.2329

Jacobsen, J. K. S. (2000). Anti-tourist attitudes: Mediterranean charter tourism. Annals of Tourism Research, 27(2), p. 284-300. https://doi.org/10.1016/S0160-7383(99)00069-9 DOI: https://doi.org/10.1016/S0160-7383(99)00069-9

Jenkins, O. (2003). Photography and travel brochures: The circle of representation. Tourism geographies, 5(3), p. 305-328. https://doi.org/10.1080/14616680309715 DOI: https://doi.org/10.1080/14616680309715

Kiiski, V., & Arente, H. (2006). Tourist Identity Expression through Postmodern Consumption-A Focus on the Home-Exchange Phenomenon. rapport nr.: Masters Thesis, (2005).

Krippendorf, J. (1987). The Holiday Maker: Understanding the Impact of Leisure and Travel. London: Heinemann.

Matos, B. G., de Azevedo Barbosa, M. D. L., & de Andrade Matos, M. B. (2016). Consumo colaborativo e relacional no contexto do turismo: a proposição de um modelo entre a sociabilidade e a hospitalidade em rede. Revista Hospitalidade, 13(1), p. 218-241. DOI: https://doi.org/10.21714/1807-975X.2016v13n1p218241

Matos, M. B. D. A., & Barbosa, M. D. L. D. A. (2018). Autenticidade em Experiências de Turismo: proposição de um novo olhar baseado na Teoria da Complexidade de Edgar Morin. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, 12(3), p. 154-171. https://doi.org/10.7784/rbtur.v12i3.1457 DOI: https://doi.org/10.7784/rbtur.v12i3.1457

Maurer, A. M., Figueiró, P. S., Campos, S. A. P. D., Silva, V. S. D., & Barcellos, M. D. D. (2015). Yes, we also can! O desenvolvimento de iniciativas de consumo colaborativo no Brasil. BASE: revista de administração e contabilidade da Unisinos= BASE: UNISINOS accounting and administration journal. São Leopoldo, RS. v. 12(1), p. 68-80, jan./mar. https://doi.org/10.4013/base.2015.121.06 DOI: https://doi.org/10.4013/base.2015.121.06

McCabe, S. (2005). ‘Who is a tourist?’ A critical review. Tourist studies, 5(1), p. 85-106. https://doi.org/10.1177/1468797605062716 DOI: https://doi.org/10.1177/1468797605062716

MacCannell, D. (1976). The Tourist. A New Theory of the Leisure Class. London: Macmillan.

McWha, M. R., Frost, W., Laing, J., & Best, G. (2016). Writing for the anti-tourist? Imagining the contemporary travel magazine reader as an authentic experience seeker. Current Issues in Tourism, 19(1), p. 85-99. https://doi.org/10.1080/13683500.2015.1013525 DOI: https://doi.org/10.1080/13683500.2015.1013525

Mee, C. (2007). ‘Che brutta invenzione il turismo!’: Tourism and Anti-tourism in Current French and Italian Travel Writing. Comparative Critical Studies, 4(2), p. 269-282.

Möhlmann, M. (2015). Collaborative consumption: determinants of satisfaction and the likelihood of using a sharing economy option again. Journal of Consumer Behaviour, 14(3), p. 193-207. https://doi.org/10.1002/cb.1512 DOI: https://doi.org/10.1002/cb.1512

Molz, J. G. (2013). Social networking technologies and the moral economy of alternative tourism: The case of couchsurfing.org. Annals of tourism research, 43, p. 210-230. https://doi.org/10.1016/j.annals.2013.08.001 DOI: https://doi.org/10.1016/j.annals.2013.08.001

Morin, E. (1986). Para sair do Século XX. RJ: Nova Fronteira.

Morin, E. (2007). Introdução ao pensamento complexo. 3. ed. Porto Alegre: Sulina.

Morin, E. (2011). A minha esquerda. Porto Alegre: Sulina.

Munt, I. (1994). The Other'postmodern tourism: culture, travel and the new middle classes. Theory, Culture & Society, 11(3), p. 101-123. https://doi.org/10.1177/026327694011003005 DOI: https://doi.org/10.1177/026327694011003005

Nash, D. (2001). On travelers, ethnographers and tourists. Annals of Tourism Research, 28(2), p. 493-496. https://doi.org/10.1016/S0160-7383(00)00053-0 DOI: https://doi.org/10.1016/S0160-7383(00)00053-0

Navarro, N. A. & Berrozpe, T. (2016). Acción pública y consumo colaborativo. Regulación de las viviendas de uso turístico en el contexto p2p. PASOS. Revista de Turismo y Patrimonio Cultural, 14(3), p. 751-768. https://doi.org/10.25145/j.pasos.2016.14.049 DOI: https://doi.org/10.25145/j.pasos.2016.14.049

Neumann, M. (1992). The trail through experience. Investigating subjectivity: Research online and experience, p. 176-201.

Noy, C. (2004). This trip really changed me: Backpackers’ narratives of self-change. Annals of Tourism research, 31(1), p. 78-102. https://doi.org/10.1016/j.annals.2003.08.004 DOI: https://doi.org/10.1016/j.annals.2003.08.004

Oskam, J. and Boswijk, A. (2016), "Airbnb: the future of networked hospitality businesses", Journal of Tourism Futures, 2(1), p. 22-42. https://doi.org/10.1108/JTF-11-2015-0048 DOI: https://doi.org/10.1108/JTF-11-2015-0048

O’Reilly, C. C. (2005). Tourist or traveller? Narrating backpacker identity. Discourse, communication and tourism, p. 150-169. DOI: https://doi.org/10.21832/9781845410216-010

Penrod, J., Preston, D. B., Cain, R. E., & Starks, M. T. (2003). A discussion of chain referral as a method of sampling hard-to-reach populations. Journal of Transcultural Nursing, 14(2), p. 100-107. https://doi.org/10.1177/1043659602250614 DOI: https://doi.org/10.1177/1043659602250614

Richards, G. W. (2014). Cultural tourism 3.0. The future of urban tourism in Europe?. In Il turismo culturale europeo. Città ri-visitate. Nuove idee e forme del turismo culturale (pp. 25-38).

Richards, G. (2018). Cultural tourism: A review of recent research and trends. Journal of Hospitality and Tourism Management, 36, p. 12-21. https://doi.org/10.1016/j.jhtm.2018.03.005 DOI: https://doi.org/10.1016/j.jhtm.2018.03.005

Rohden, S. F., Durayski, F., Teixeira, A. P. P., Montelongo Flores, A., & Rossi, C. A. V. (2015). Consumo colaborativo: economia, modismo ou revolução?. Desenvolve: revista de gestão do Unilasalle. Canoas, RS, 4(2), p. 9-24, jul. http://dx.doi.org/10.18316/2316-5537.15.1 DOI: https://doi.org/10.18316/2316-5537.15.1

Russo, G., Lombardi, R., & Mangiagli, S. (2013). The tourist model in the collaborative economy: A modern approach. International Journal of Business and Management, 8(7), 1. http://dx.doi.org/10.5539/ijbm.v8n7p1 DOI: https://doi.org/10.5539/ijbm.v8n7p1

Schor, J. (2016). Debating the sharing economy. Journal of Self-Governance and Management Economics, 4(3), p. 7-22.

Schor, J. (2015). Collaborating and Connecting: The emergence of the sharing economy. In: Reisch, L. & Thohersen, J. Handbook on research on sustainable consumption. Cheltenham, UK: Edward Elgar. https://doi.org/10.4337/9781783471270.00039 DOI: https://doi.org/10.4337/9781783471270.00039

Sharpley, R. (2003). Tourism, Tourists & Society. (3 rd (revised) ed). Huntingdon: ELM.

Shepherd, R. (2003). Fieldwork without remorse: Travel desires in a tourist world. Consumption, Markets and Culture, 6(2), p. 133-144. https://doi.org/10.1080/1025386032000109596 DOI: https://doi.org/10.1080/1025386032000109596

Silva, M. J. D. B. (2015). A extensão do self na prática do consumo colaborativo: investigando a experiência de acesso dos usuários do sistema de compartilhamento de bicicletas de Pernambuco (Master's thesis, Universidade Federal de Pernambuco).

Trivett, V., & Staff, S. (2013). What the sharing economy means to the future of travel (pp. 1-26). New York, NY: Skift.

Tussyadiah, I. P. (2015). An exploratory study on drivers and deterrents of collaborative consumption in travel. In Information and communication technologies in tourism 2015 (pp. 817-830). Springer, Cham. DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-319-14343-9_59

Urry, J. (1988). Cultural change and contemporary holiday-making. Theory, culture & society, 5(1), p. 35-55. https://doi.org/10.1177/026327688005001003 DOI: https://doi.org/10.1177/026327688005001003

Urry, J. (1990). The Tourist Gaze: Leisure and Travel in Contemporary Societies. London: Sage.

Vaquero, C., & Calle Calle, P. D. L. (2013). The collaborative consumption: a form of consumption adapted to modern times. Revista de Estudios Económicos y Empresariales.

Vaara, E. E. R. O. (2010). Critical discourse analysis as methodology in Strategy as Practice research. Cambridge handbook of strategy as practice, p. 217-229. DOI: https://doi.org/10.1017/CBO9780511777882.015

Vera, L. A. R., & de Sevilha Gosling, M. (2018). Comportamento do Consumidor na Economia Compartilhada no Turismo. Revista Turismo em Análise, 29(3), p. 447-467. https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v29i3p447-467 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v29i3p447-467

Villanova, A. L. I. (2015). Modelos de negócio na economia compartilhada: uma investigação multicaso (Doctoral dissertation). Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro.

Wang, N. (2000). Tourism and modernity: A sociological analysis. Pergamon.

Week, L. (2012). I am not a tourist: Aims and implications of “traveling”. Tourist Studies, 12(2), p. 186-203. https://doi.org/10.1177/1468797612454627 DOI: https://doi.org/10.1177/1468797612454627

Welk, P. (2004). The beaten track: anti-tourism as an element of backpacker identity construction. The global nomad: Backpacker travel in theory and practice, p. 77-91. DOI: https://doi.org/10.21832/9781873150788-007

Zekanovic-Korona, L., & Grzunov, J. (2014, May). Evaluation of shared digital economy adoption: Case of Airbnb. In 2014 37th International Convention on Information and Communication Technology, Electronics and Microelectronics (MIPRO) (pp. 1574-1579). https://ieeexplore.ieee.org/document/6859816. DOI: https://doi.org/10.1109/MIPRO.2014.6859816

Publicado
15-03-2021
Seção
Artigos