A geografia econômica relacional e sua aplicação nos estudos de arranjos produtivos do turismo

  • Adriana Fumi Chim-Miki Universidade Federal de Campina Grande -UFCG, Paraíba.
  • Thays Cristina Domareski Ruiz Universidade Federal do Paraná - UFPR
Palavras-chave: Geografia Econômica Relacional. Destinos Turísticos. Aglomerados Produtivos. Pensamento relacional.

Resumo

Este artigo apresenta a evolução da teoria da Geografia Econômica Relacional (GER) como uma base teórica de análise regional e de destinos turísticos. São apresentadas as origens, fundamentos, tendências de conceituação e críticas da GER. Também é realizada uma contextualização mediante uma comparação entre as análises de destinos turísticos baseadas em aglomerados produtivos (redes, distritos, clusters e arranjos produtivos locais) e a análise da perspectiva da GER. É um estudo qualitativo, de revisão teórica e conceitual, que tem por objetivo verificar se a GER é uma perspectiva complementar aos clássicos estudos de aglomerações produtivas ou se é uma perspectiva que pode substituí-las, suprindo algumas deficiências que têm sido apontadas pelos pesquisadores. Conclui-se que a GER pode ser utilizada para estudos de destinos turísticos, independentemente da forma de organização territorial/produtiva que este tenha. Assim como poderá gerar ferramentas para traduzir o pensamento relacional, tirando-o da abstração e trazendo esta concepção teórica para a prática de gestão territorial de destinos turísticos.

Biografia do Autor

Adriana Fumi Chim-Miki, Universidade Federal de Campina Grande -UFCG, Paraíba.
 
Thays Cristina Domareski Ruiz, Universidade Federal do Paraná - UFPR
Graduação em Turismo (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), Mestrado em Turismo e Hotelaria (Universidade do Vale do Itajaí), Doutora em Geografia (Universidade Federal do Paraná). Pós Doutoranda em Turismo na Universidade do Vale do Itajaí. 
Publicado
02-07-2018
Seção
Artigos